domingo, 9 de agosto de 2015

Seguindo...



Vejo a estrada como um pedaço de chão, que eu vou ter que caminhar.
Vejo a vida como a distância, que eu vou ter que percorrer.
Vejo o sonho como o abismo no qual eu caí. E a esperança são as asas, que haverão de me resgatar.
Não ando em círculos, só respeito as emoções.
A diferença é que apesar da queda, eu sei que aprendo com elas. Às vezes não penso muito, mas vivo em excesso.
Talvez, um dia, eu tenha que voltar DE NOVO quilômetros da minha estrada. Mas compensará só de saber que não haverá um único pedaço de chão que eu já não tenha pisado...
Triste, confusa, um pouco perdida, mas de pé, na fé!


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